Como um rabisco, assim nascem as primeiras notas.

O poder da música em transformar simples vibrações em sentimento faz com que, muitas vezes, ao ouvirmos uma música, queiramos fazer parte daquela obra. E a melhor maneira de fazermos parte dela é entendendo sua linguagem e participando de sua reconstrução. Quando usamos um instrumento musical para tocar, nos tornamos parte da sua construção, pois o intérprete nada mais é do que o reconstrutor daquela obra.

Existem os mais variados motivos que fazem com que as pessoas decidam estudar música, e esse início pode se dar em qualquer etapa da vida. Quando criança, muitas pessoas começam os estudos musicais por decisões da família ou por algum talento demonstrado em casa. Na adolescência os ídolos é que muitas vezes nos aproximam do estudo musical. Já adultos geralmente é por uma paixão escondida que fica latente por anos até uma decisão de que é hora de começar os estudos musicais.

Qualquer que seja o motivo, aos nos tornarmos alunos de música entramos para um seleto grupo admirado por muitos na sociedade. Os mais recentes estudos em psicologia, neurolingüística, cognição e outras ciências trazem à tona vários benefícios aos que se propõe dominar essa linguagem complexa que é a música.

Música é linguagem, música é arte e, para dominarmos todas as facetas desta complexa atividade, é necessário nos dispormos a aprender seus códigos, dominá-los e deixarmos a criatividade e o talento guardado dentro de nós fluir através de um instrumento musical.

O primeiro passo é buscarmos um bom profissional ou uma boa escola de música. Mesmo aqueles privilegiados, com ouvidos de deuses, que ao ouvirem uma música já saem tocando tudo, eu aconselho a esses também conhecerem bons profissionais e boas Escolas de Música, para que todo o seu potencial seja explorado e lapidado, pois sempre temos algo a aprender com a experiência de um profissional.

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